31.8.11

Proposta do Governo é prejudicial aos professores. Greve deve continuar

foto de arquivo
Há poucos instantes terminou a reunião entre Sind-Ute e Governo, sem nenhum acordo entre as partes.
Sem nenhum tipo de respeito com a categoria, o Governo oferece à categoria um Piso de R$712,00, como proporção pelas horas trabalhadas, mas, porém, exige o fim, a morte da carreira dos profissionais da Educação, extinguindo assim todas as conquistas como biênios, quinquênios, e promoção por cursos. O que dá a entender que para esse desgoverno não acrescenta nada o profissional se especializar.
Nesse instante, os professores estão iniciando uma assembleia no pátio da ALMG, onde serão repassadas as informações da dita reunião e daí serão definidos os destinos que tomarão o movimento grevista.

30.8.11

Professor é preso de forma covarde em Juiz de Fora



Após exibição das imagens deste vídeo, dá para se ter uma ideia de como a inércia de um governo sem compromisso com seu povo pode criar uma situação de caos.
 Há mais de 85 dias de greve, profissionais da educaçção reivindicam apenas o cumprimento de uma lei, lei  federal 11.738/2008 que determina o pagamento de um piso salarial aos professores.
Após a publicação do acórdão referente a dita lei, os órgãos de imprensa passaram - ainda que de forma tímida - a divulgar o legítimo direito reivindicatório da categoria, e, com isso, a sociedade começou a tomar ciência de que tem um Governo que falta com a verdade e também com a justiça, e consequentemente, esta mesma sociedade,  aos poucos vem tomando uma posição de apoio aos professores num reconhecimento das injustiças de que são vítimas há anos.
As manifestações que estavam acontecendo somente com a presença de profissionais da educação, passaram a contar nos últimos dias com a presença de alunos,  pais de alunos, assim como representantes de outras categorias.
Curioso nisso tudo, é que há pouco tempo, esses mesmos policiais, servidores do Estado, assim como os professores, estavam em greve, agora usa de força excessiva para imobilizar um professor que acompanhava e ajudava a dar proteção a um grupo de alunos de uma escola da cidade de Juiz de Fora no sul do Estado em um ato de cidadania, ato totalmente aceito pelos princípios mais sagrados da democracia, que é este de sair em passeata. Mas esse ato contrariava os princípios do Anastasia.
A intransigência governamental está levando o nosso Estado a uma situação de caos: alunos sem aulas; contratações de professores - numa boa parte sem qualificação para o desempenho da função - como substitutos aos grevistas tem sido um fracasso; cresce há cada dia que passa o número de escolas que adere ao movimento grevista; o anúncio de aulas por uma rede de TV do Estado por si só já teve a reprovação de alunos e pais; o longo período de paralisação das aulas já causou um prejuízo sem volta; a sua indiferença com a Educação como um todo ficou evidenciado na sua conduta de somente após um período de mais de 85 dias de greve fazer seu primeiro pronunciamento, pronunciamento este, que não acrescentou nada, a não ser ratificar sua posição de "poste", ou seja, de rigidez, de inflexibilidade, para não dizer de pirraça com os grevistas, assim como com o Governo Federal, do qual ele faz uma oposição danosa para alimentar a obsessão de seu "padrinho" político, Aécio Neves de se chegar à Presidência da República.

SEE faz ameaças aos designados


Sobre a orientação da SEE para os designados

As recentes estratégias adotadas pelo Governo de Estado a respeito do nosso movimento demonstram que, diferente dos índices divulgados pela Secretaria, a greve é grande, atinge todo o Estdado e todos os setores da escola.
Por isso, paralelo ao anúncio do Governador de que pediria o Procurador Geral do Estado para mediar a reunião com o sindicato, a Secretaria de Estado do Educação adota um comportamento de acabar com a greve através de ameças. Isso ocorre toda semana, no dia que antecede a nossa assembleia. A novidade desta semana é a orientação, feita pela Secretaria de Estado da Educação, para que os designados retornem ao trabalho afirmando que eles não têm o direito de greve.
Cuidado com esta nova estratégia. Ninguém deve assinar nenhum documento uma vez que o sindicato já comunicou o início da greve ao Governo do Estado. Os servidores designados têm o direito de participar da greve, pois o direito à greve independe do vínculo funcional.
Se não resistirmos, na próxima semana o governo adotará nova estratégia que atingirá outro segmento para o retorno às atividades.
Em toda a nossa história, é a primeira vez que a categoria tem uma lei federal e uma decisão do Supremo Tribunal Federal a nosso favor. Se não conquistarmos o Piso Salarial este ano, quando o conquistaremos?
Extraído do blog da Beatriz cerqueira

Governo vai utilizar a TV como forma de não cumprir a Lei do Piso Salarial dos Professores





Só após 87 dias de greve a "múmia" dá sinal de vida  
Essa foi a recepção aos professores em greve em 2010
por ocasião da expozebu em Uberaba no ano de 2010 .


Numa demonstração de total falta de respeito com a família mineira, este Governo insiste em não cumprir uma Lei federal ao não pagar o piso salarial aos professores. 
Somente após 87 dias de greve com 50% das escolas sem aulas é que o governador saiu da sua "dormência" e convocou a imprensa para uma coletiva, na qual houve somente um depoimento seu, uma vez que os jornalistas presentes não tiveram oportunidades de dirigir-lhe nenhuma pergunta.
Em seu pronunciamento ele anunciou a utilização da Rede Minas de Televisão para dar suporte aos alunos do 3º ano do Ensino Médio, uma vez que sua tentativa de substituição de professores grevistas até então não surtiu o efeito esperado.
Mesmo sem um planejamento eficiente, ele divulga como será a programação. Embora, a gente pode notar que a este governo, uma coisa que falta é planejamento, haja visto a questão do PSN que ele alega não poder implantar por não ter feito o planejamento, sendo que desde o ano de 2008 houve a criação da Lei, em que pese  a sua contestação de inconstitucionalidade imposta por seis estados federados, por sinal derrotados no Supremo Tribunal Federal no último dia 06 de abril.
A programação na TV, marcada para ter início em 12 de setembro, será batizada de Plantão Enem. Com duração de 2 minutos, as pílulas de informação serão veiculadas de segunda a sexta-feira com orientações de estudo de 36 temas distintos em todas as disciplinas da grade do ensino médio. Aos sábados, a partir do dia 17, o Plantão Enem será transmitido ao vivo.

Outra iniciativa será a apresentação de programas semanais de uma hora de duração que terá a participação dos estudantes. Conforme a Secretaria de Estado da Educação (SEE), os alunos do ensino médio podem enviar suas dúvidas por telefone e pela internet. A programação será reproduzida também nos cerca de mil pontos do Canal Saúde, instalados em escolas e superintendências regionais de ensino e estará disponível no site da secretaria. 

27.8.11

A Renata não sabe o que é Piso

O Legado perverso de Aécio Neves

MEC diz que Estado está obrigado a cumprir a Lei



Extraído do portal O Tempo
O Ministério da Educação (MEC) foi procurado ontem pela reportagem de O TEMPO para esclarecer como deverá ficar a situação dos professores mineiros diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu o piso nacional de R$ 1.187,97. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, assim como outros Estados, Minas está obrigado a cumprir a lei 11.738, que definiu a remuneração.

No entanto, segundo o MEC, cabe ao Ministério Público Estadual (MPE) fiscalizar o cumprimento da lei.

Ontem, pelo terceiro dia consecutivo, o MPE se esquivou de comentar o assunto. A assessoria do órgão informou apenas que a promotora Maria Elmira Dick, que até então intermediava as negociações entre sindicato e governo, não está mais no caso. Segundo a assessoria, somente o procurador geral Alceu José Torres Marques irá se pronunciar, o que não aconteceu até noite. (TT)

26.8.11

Subsolo de Montes Claros pode ser rico em petróleo - Pesquisadores exploram o subsolo da cidade e região com objetivo de identificar a existência de petróleo e gás natural


Extraído do jornal O Norte

Há mais de um mês, técnicos e engenheiros da Global Serviços Geofísicos Ltda estão explorando o subsolo de Montes Claros e outras cidades da região do Norte de Minas. O objetivo é identificar a existência de petróleo e gás natural nas cidades do interior. Na terça-feira, O Norte localizou parte do grupo de funcionários trabalhando na região do parque Lapa Grande, na Vila Atlântida. Milhares de fios de cor laranja foram esticados em uma área extensa no caminho para o Parque. Ainda na terça-feira, no mesmo horário, equipes da empresa exploravam outras partes da cidade. Uma delas estava nas imediações da BR-135, região do bairro José Correa Macha
                                        Foto:   Miro Souto

Funcionários da empresa na Vila Atlântida
Segundo informações, as pesquisas ainda devem durar alguns meses e o resultado só deverá ser conhecido entre dezembro e janeiro.
No início deste mês, a prefeitura publicou nota divulgando que a Empresa Brasileira de Exploração e Produção de Gás Natural Petra Energia S.A iria realizar estudos geológicos em estradas vicinais. Segundo o coordenador da Petra, Guilherme Pena Castilho, existe a possibilidade de ter petróleo e gás natural no subsolo de Montes Claros. Mas a pesquisa é demorada. A empresa vai explorar área de 72 mil quilômetros quadrados em Minas Gerais, o que engloba 83 municípios.

A PESQUISA

Os cabos colocados sobre o solo irão captar imagens das camadas de rocha de subsuperfície nas estradas vicinais montes-clarenses (enviar para um computador), para identificar estruturas que contenham hidrocarbonetos, indicação de que há petróleo ou gás natural. O trabalho é feito com equipamentos especializados, provocando vibrações no solo que são captadas por instrumentos chamados geofones. As informações são processadas e interpretadas, o que possibilita o conhecimento geológico da bacia. Mas o resultado só deve ser conhecido no final do ano.
 

Professor não tem família?

De acordo os veículos de comunicações vão divulgando o movimento grevista que já atinge 80 dias, nota-se uma cobrança sem precedentes por parte da sociedade exigindo o retorno dos profissionais às salas de aulas.
Só que ninguém ou, talvez uma pequena minoria tem se preocupado com as famílias destes profissionais, que de forma heroica tem enfrentado os desmandos de um desgoverno que já duram décadas.
Ninguém nunca questionou a quantidade de vezes que essa categoria se submeteu a um movimento grevista e retornou ao trabalho com uma "mão na frente e outra atrás", como diz o ditado, só para não comprometer a carga horária dos alunos que continuam a ser o bem mais precioso de todo o professor? Quem foi que um dia perguntou  sobre a situação deste profissional que tem seus salários cortados, os obrigando a atrasar seus compromissos e comprometendo a qualidade de vida de filhos, tirando lhes até mesmo um alimento, ou privando-o de ver uma televisão ou acessar a internet, por ter a energia cortada por falta de pagamento? Cadê os órgãos da grande imprensa que entrevistam pais de alunos,  presidente de Associação de Pais, e que não têm interesse em divulgar a real situação destes profissionais? 
Uma vez que temos um sistema governamental implantado em nosso Estado no qual o funcionário público é visto como um entrave à administração ( pelo menos é que deixa transparecer), há necessidade de ações radicais como é o caso desta greve, que já causou um dano irreparável, não somente aos alunos e seus familiares, mas um dano a toda sociedade, às familias dos grevistas, ao comércio de um modo geral,  que deixa de arrecadar em virtude dos cortes de salários.
É bom que nós comecemos a mostrar para esta parte da sociedade, que professor é um profissional como qualquer outro. É do seu trabalho, que ele leva o alimento, a roupa, o calçado, o transporte para os seus filhos; é deste trabalho que ele anonimamente contribui para que tenhamos uma sociedade mais humana. E como qualquer trabalhador, haverá sempre uma relação de empregado e empregador, onde regras são cumpridas, onde Leis são rigorosamente cumpridas. 
No caso dos professores, é bom que estes pais, estas pessoas que cobram o retorno às atividades como se os mesmos fossem os únicos responsáveis pela Educação do Estado, ficassem sabendo de uma vez por todas, que os grevistas cobram tão somente o cumprimento de uma Lei por parte do empregador aqui denominado de Estado de Minas Gerais, empregador que prefere policia com cães para intimidar a categoria ao diálogo, à negociação, empregador que usa veículos de comunicações no sentido de formar uma falsa opinião, faltando com a verdade na maioria das vezes.

22.8.11

Governo já dá primeiros sinais de consciência pesada e reconhece falhas no subsídio






A greve dos professores está entrando numa fase crucial. Com mais de 75 dias de paralisação das aulas na maioria dos estabelecimentos de ensino públicos de Minas Gerais, as famílias estão se começando a perceber o prejuízo que vão ter ao final deste impasse. De um lado um Governo intransigente, do outro professores injustiçados, explorados e coisas mais que o valham e no centro a principal vítima: o aluno.
No inicio desta noite,  a Secretária de Estado da Educação Lúcia Gazzola concedeu entrevista onde ele afirma que o Governo vá apresentar na reunião que terá com o Sind-Ute na próxima quarta-feira (24) modificações no subsídio, sistema que seu Governo insiste em impor guela abaixo aos servidores que por demais já decidiu que não aceita esse modelo de remuneração. Vejam a matéria publicada ainda a pouco no portal O Tempo:

Secretária de Educação anuncia lançamento de novo subsídio para professores estaduais
22/08/2011 18h34
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LETÍCIA SILVA
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"A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola,
se reuniu nesta segunda-feira (22) com representantes da
Federação das Associações de Pais e Alunos de Escolas Públicas
de Minas Gerais (Fapaemg) para falar sobre a greve de professores.
Paralisados há 74 dias, os professores na rede estadual de ensino
reivindicam a equiparação do piso estadual com o salarial nacional,
que é de R$ 1.187.
A secretária disse que reconhece as falhas graves do subsídio atual
e que divulgará nesta terça-feira (23) um novo modelo, que irá
beneficiar principalmente os professores que estão há mais tempo na
 rede estadual. O subsídio é um modelo de remuneração que
incorpora os benefícios da categoria ao salário.
Apesar do anúncio de mudanças, o Sindicato Único dos Trabalhadores
em Educação (Sind-UTE) informou que não haverá interrupção da
greve após a divulgação do subsídio.
A Fapaemg quer a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio
 (Enem) deste ano, por acreditar que os alunos prejudicados pela
greve irão competir em situação desigual com os demais".
Atualizada às 19h04
Após essa posição do Governo, é para toda a sociedade 
compreender que eles querem impor à categoria algo 
que venha a "maquiar" O Piso Nacional Profisional, 
pagando teto e não piso. Lembrando que essa 
intransigência, essa frieza, essa indiferença governamental 
é a maior culpada dos danos já causados na sociedade mineira 
de tão boa fé que votou e elegeu criaturas tão contrárias aos 
anseios do povo, e que os professores são tão vítimas quanto 
seus filhos, haja visto que boa parte dos mesmos têm filhos na 
escola pública.





21.8.11

Paga o Piso Anastasia!!!

Enquanto esse Governo insiste em massacrar a categoria de educadores do estado de Minas Gerais, professores de Montes Claros protestam contra contra a insistência de o Governo maquiar o Piso Salarial Nacional de Educação com um sistema covarde que confisca todas as vantagens adquiridas ao longo de anos de labuta, longos anos de doação, o qual ele denominou de subsídio. Com uma dose de bom humor e  aproveitando os festejos que o Município promove conhecido como  "Festas de Agosto", a subsede do Sind-Ute de Montes Claros proveu o "Reinado do Piso", numa alusão aos festejos folclóricos que ora se desenvolve no centro da cidade até o próximo dia 22.

16.8.11

Professores e Governo ainda não chagam a um acordo. Greve continua.

Mesmo depois de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Educação (SEE) de Minas e do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE) e a realização de mais uma assembleia entre os servidores, os professores da rede estadual decidiram manter a greve.
Durante a assembleia ocorrida durante a tarde desta terça-feira (16), ficou decidido que os professores continuarão de braços cruzados por tempo indeterminado.
A reunião da manhã desta terça, que tinha o objetivo de por um fim à paralisação que já dura 68 dias, terminou, mais uma vez, sem acordos. A notícia foi anunciada no começo da tarde pela coordenadora-geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira. Segundo Beatriz, o governo não apresentou novas propostas, mas uma outra reunião para uma nova tentativa de negociações foi marcada para o próximo dia 24.
A reunião teve início às 10h e ocorreu na sede do Ministério Público Estadual (MPE). Com o objetivo de ressaltar os pedidos da categoria, professores da rede estadual de Belo Horizonte, da região metropolitana e do interior de Minas, estiveram no local e fizeram um protesto com direito à banda, carro de som, faixas e bandeiras.
Fonte : O Tempo

9.8.11

Greve continua e Governo ameaça contratar substitutos

foto: O Tempo
Termina ha poucos instantes a assembleia dos professores públicos do Estado de Minas Gerais realizada no pátio da ALMG. A decisão é de que a greve deve ser mantida e na próxima terça-feira outra assembléia sera realizada  na capital para avaliarem o andamento do movimento.
Enquanto se realizava a reunião dos servidores, o Governo divulgava na imprensa ameaça de contratar professores para substituir os grevistas. O Sind-Ute por sua vez rebateu a informação dizendo que irá recorres se tal decisão for tomada uma vez que é ilegal substituir trabalhadores em greve.
Neste momento, os professores fazem passeata em direção ao bairro Savassi.

8.8.11

Governo pretende conceder 75 mil bolsas de graduação e pós-doutorado no exterior


País quer brasileiros nas melhores universidades do mundo, afirma Dilma sobre bolsas no exterior

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (8) que, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, quer que estudantes brasileiros tenham acesso às melhores universidades do mundo. Em seu programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que, até 2014, o governo pretende conceder 75 mil bolsas de graduação e pós-doutorado no exterior.
“O Ciência sem Fronteiras é um programa que dá aos estudantes e pesquisadores brasileiros a oportunidade de aperfeiçoar seu conhecimento fora do país, de pesquisar e de criar, além de estudar lá fora”, disse. Dilma cobrou a participação de empresários brasileiros na tentativa de alcançar a meta de 100 mil bolsas de estudo.
De acordo com a presidenta, serão priorizadas áreas ligadas às ciências exatas, como engenharias, matemática, física, biologia, ciência da computação, ciências médicas e todas as áreas tecnológicas. Segundo ela, tais áreas são consideradas fundamentais para a economia do país e para dar maior competitividade à indústria brasileira.
Dilma explicou que a seleção dos bolsistas vai ser feita levando em consideração o desempenho dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – quem atingir o mínimo de 600 pontos poderá concorrer às bolsas de estudo no exterior. Atualmente, 124 mil alunos alcançaram essa pontuação.
Também poderão ser selecionados estudantes premiados em olimpíadas científicas como a Olimpíada da Matemática, além de alunos envolvidos em iniciação científica. “O importante é que, nesse programa de bolsas de estudo no exterior, os estudantes que não teriam recursos para estudar no exterior estarão entre os selecionados para frequentar as melhores universidades do mundo”, afirmou.
Edição: Talita Cavalcante

5.8.11

Professores de Montes Claros em greve definem agenda de manifestações

Em reunião realizada nesta última quinta feira 04 de agosto, na sede do Sind-Ute em Montes Claros, foram repassadas as informações sobre a última assembleia ocorrida na capital mineira, e na oportunidade, os presentes definiram uma agenda de trabalhos em protesto ao descaso do Governo com a categoria que já está em greve desde o dia 08 de junho. a programação para este período que antecede a grande assembleia estadual do dia 09 próximo no pátio da ALMG em Belo Horizonte foi publicada no seu blog. Veja na íntegra:

A assembleia dos educadores de Montes claros, que aconteceu nessa quinta-feira ( dia 04 de agosto) definiu a seguinte agenda de atividades:

Sexta-feira ( 05/08) 

“Panfletagem da verdade”

 Agências do Banco do Brasil – 7:30
·       Central
·       Camilo Prates
·       Av. Sanitária
·       São José
Panfletagem na FENICS

( Feira    Nacional de  Industria, Comércio e Serviços ) 
·       Parque de Exposições – 20:00

 “I-meaço” pelo retorno à carreira antiga

Vamos enviar e-mail para todos os  contatos,
orientando o retorno à carreira antiga.

Segunda-feira ( 08/08)

"Segunda pela LEI e pela VIDA"

 Doação de sangue
·       Hemominas ( horário a confirmar)
23:00 – Saída da Caravana para BH

Terça-feira ( 09/08)

ASSEMBLEIA ESTADUAL –
·        ALMG - BH

Quarta-feira ( 10/08)

ASSEMBLEIA LOCAL –

Montes Claros – 16:00

A  partir de Sexta-feira ( 05/08)

Acampamento da GREVE 
Praça Dr. Carlos -  Montes Claros







3.8.11

Em assembleia agora à tarde, professores decidem pela manutenção da greve




Ficou decidido, depois de assembleia realizada nesta quarta-feira (3), no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM), que a greve dos professores da rede estadual vai continuar até que seja possível entrar em um acordo com o Governo.

A greve já dura quase 60 dias e a principal reclamação da categoria diz respeito ao piso salarial. Eles pedem o cumprimento da lei que regulamenta o piso salarial. O impasse com a Secretaria da Educação se dá porque, para o Governo, o valor entendido como piso é de R$ 1.187 para uma jornada de 40 horas semanais.

Para uma jornada de 24 horas semanais, portanto, eles receberiam R$ 1.122, o que o Governo considera ser um valor acima do piso nacional. Para o sindicato, R$ 1.122 é o total da remuneração de profissional de ensino médio no estado, sendo que o vencimento básico é de R$ 369. O que os professores pedem é que o vencimento básico passe a ser de R$ 1.597.

2.8.11

Protesto: Profissionais da educação de Montes Claros lavam as calçadas da Câmara Municipal

                                           Foto: blog do Sind-Ute Montes Claros
Servidores e membros da Coordenação do Sind-Ute- Moc.
Em greve desde o dia 08 de junho, professores da rede pública estadual de Minas Gerais vem sofrendo o descaso das autoridades governamentais que insistem em passar para a sociedade uma falsa ideia da atual realidade.
Amparados por uma Lei Federal que instituiu o Piso  Salarial Nacional dos Professores, os profissionais da educação reivindicam a implantação do mesmo no Estado. Por outro lado o Governo através de um ato criou um Subsídio, como uma nova forma de remuneração dos servidores, na qual, juntou-se todas as vantagens adquiridas pelos profissionais como quinquênios, biênios, cursos e outros e formou-se com isso um "bolo" só, com o qual ele tenta passar  para  opinião pública de que já se paga o Piso Nacional. Só que ele se omite em mostrar a realidade quando não divulga que aproximadamente 100 mil servidores optaram por permanecer no antigo regime remuneratório, em cujo regime o Lei é clara ao afirmar que O Piso Salarial Nacional deve ser o Salário básico, e, sobre ele então é que deverá incidir todas as vantagens conquistadas ao longo da carreira, lembrando que neste regime é pago a um professor com ensino médio um salário básico de R$369,00, enquanto o MEC determina um Piso de  R$ 1.187,00.
Na volta dos trabalhos após um recesso na Câmara Municipal de Montes Claros,  a comunidade pode presenciar mais uma atividade dos grevistas com a lavagem simbólica das calçadas daquela Casa como forma de chamar a atenção de toda a sociedade que tem sido "bombardeada" com informações que não condiz com a verdade em chamadas no rádio e televisão por parte do Governo do Estado numa forma indecorosa de jogar principalmente os pais de alunos contra os professores e por outro lado ver o Governo como vítima da situação.