22.8.11

Governo já dá primeiros sinais de consciência pesada e reconhece falhas no subsídio






A greve dos professores está entrando numa fase crucial. Com mais de 75 dias de paralisação das aulas na maioria dos estabelecimentos de ensino públicos de Minas Gerais, as famílias estão se começando a perceber o prejuízo que vão ter ao final deste impasse. De um lado um Governo intransigente, do outro professores injustiçados, explorados e coisas mais que o valham e no centro a principal vítima: o aluno.
No inicio desta noite,  a Secretária de Estado da Educação Lúcia Gazzola concedeu entrevista onde ele afirma que o Governo vá apresentar na reunião que terá com o Sind-Ute na próxima quarta-feira (24) modificações no subsídio, sistema que seu Governo insiste em impor guela abaixo aos servidores que por demais já decidiu que não aceita esse modelo de remuneração. Vejam a matéria publicada ainda a pouco no portal O Tempo:

Secretária de Educação anuncia lançamento de novo subsídio para professores estaduais
22/08/2011 18h34
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LETÍCIA SILVA
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"A secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola,
se reuniu nesta segunda-feira (22) com representantes da
Federação das Associações de Pais e Alunos de Escolas Públicas
de Minas Gerais (Fapaemg) para falar sobre a greve de professores.
Paralisados há 74 dias, os professores na rede estadual de ensino
reivindicam a equiparação do piso estadual com o salarial nacional,
que é de R$ 1.187.
A secretária disse que reconhece as falhas graves do subsídio atual
e que divulgará nesta terça-feira (23) um novo modelo, que irá
beneficiar principalmente os professores que estão há mais tempo na
 rede estadual. O subsídio é um modelo de remuneração que
incorpora os benefícios da categoria ao salário.
Apesar do anúncio de mudanças, o Sindicato Único dos Trabalhadores
em Educação (Sind-UTE) informou que não haverá interrupção da
greve após a divulgação do subsídio.
A Fapaemg quer a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio
 (Enem) deste ano, por acreditar que os alunos prejudicados pela
greve irão competir em situação desigual com os demais".
Atualizada às 19h04
Após essa posição do Governo, é para toda a sociedade 
compreender que eles querem impor à categoria algo 
que venha a "maquiar" O Piso Nacional Profisional, 
pagando teto e não piso. Lembrando que essa 
intransigência, essa frieza, essa indiferença governamental 
é a maior culpada dos danos já causados na sociedade mineira 
de tão boa fé que votou e elegeu criaturas tão contrárias aos 
anseios do povo, e que os professores são tão vítimas quanto 
seus filhos, haja visto que boa parte dos mesmos têm filhos na 
escola pública.





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