2.8.11

Protesto: Profissionais da educação de Montes Claros lavam as calçadas da Câmara Municipal

                                           Foto: blog do Sind-Ute Montes Claros
Servidores e membros da Coordenação do Sind-Ute- Moc.
Em greve desde o dia 08 de junho, professores da rede pública estadual de Minas Gerais vem sofrendo o descaso das autoridades governamentais que insistem em passar para a sociedade uma falsa ideia da atual realidade.
Amparados por uma Lei Federal que instituiu o Piso  Salarial Nacional dos Professores, os profissionais da educação reivindicam a implantação do mesmo no Estado. Por outro lado o Governo através de um ato criou um Subsídio, como uma nova forma de remuneração dos servidores, na qual, juntou-se todas as vantagens adquiridas pelos profissionais como quinquênios, biênios, cursos e outros e formou-se com isso um "bolo" só, com o qual ele tenta passar  para  opinião pública de que já se paga o Piso Nacional. Só que ele se omite em mostrar a realidade quando não divulga que aproximadamente 100 mil servidores optaram por permanecer no antigo regime remuneratório, em cujo regime o Lei é clara ao afirmar que O Piso Salarial Nacional deve ser o Salário básico, e, sobre ele então é que deverá incidir todas as vantagens conquistadas ao longo da carreira, lembrando que neste regime é pago a um professor com ensino médio um salário básico de R$369,00, enquanto o MEC determina um Piso de  R$ 1.187,00.
Na volta dos trabalhos após um recesso na Câmara Municipal de Montes Claros,  a comunidade pode presenciar mais uma atividade dos grevistas com a lavagem simbólica das calçadas daquela Casa como forma de chamar a atenção de toda a sociedade que tem sido "bombardeada" com informações que não condiz com a verdade em chamadas no rádio e televisão por parte do Governo do Estado numa forma indecorosa de jogar principalmente os pais de alunos contra os professores e por outro lado ver o Governo como vítima da situação.

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